Clínica Insight
Se você cuida de alguém que precisa de atenção constante, se sente sobrecarregado sem rede de apoio, ou teve uma descoberta tardia sobre seu próprio funcionamento que trouxe alívio e muitas perguntas, aqui você encontra escuta sem pressa, sem julgamento e com respeito à sua história, valores e jeito de ser.
Sou Irene Paes, psicopedagoga clínica e psicanalista. A Clínica Insight nasceu para escutar quem cuida muito e tem sido pouco escutado.
Acredito em uma escuta cuidadosa, ética, que respeita sua história, seus valores e seu tempo. Um espaço sem julgamento, sem pressa e sem promessas rápidas, onde seu cansaço e sua história possam ser ditos e acolhidos com respeito.
Público que foi treinado para aguentar calado e que a psicanálise tradicional não sabe escutar. Sem jargão. Sem promessa de cura.
Você precisou parar tudo. Sem rede de apoio, sem tempo para você, carregando diagnóstico, escola, terapia dos filhos. O esgotamento não é falta de fé. É falta de cuidado com quem cuida.
Caso clássico: vida inteira se achando fracassado, desorganizado, preguiçoso. Aos 41 o corpo para. Vem o diagnóstico. Alívio e raiva juntos. 'E se eu soubesse antes?'
O corpo fala quando a pausa não foi possível. Quando descansar parece difícil e a mente não desliga, é um sinal de que esse cansaço precisa de cuidado e acolhimento.
Um grupo pequeno, online, de 8 encontros quinzenais, com investimento de R$80 por encontro. Um espaço de escuta compartilhada para elaborar o cansaço de quem cuida, com respeito, sigilo e acolhimento. Não é palestra, é conversa com profundidade.
Conversa inicial no WhatsApp (31) 98983-4123 • Sem compromisso
Não faço laudo. O que eu faço é o que a TCC não faz: elaborar o luto de quem passou décadas se achando fracassado, preguiçoso, desorganizado, até descobrir TEA/TDAH.
É o tempo de elaborar a raiva, o alívio e o “e se eu soubesse antes?”
Adultos que passaram 30, 40, 50 anos achando que eram preguiçosos, fracassados, desatentos por caráter. Até o burnout aos 41. Até a descoberta do TDAH.
Vem alívio. E vem raiva. Raiva da vida não vivida. Dos empregos perdidos, dos relacionamentos que não deram, da maternidade/paternidade sem rede.
Tem gente que sustenta muita coisa e quase não é notada. Quem organiza rotina, acompanha consultas, adapta a casa, segura o dia. Este espaço acolhe quem cuida de forma contínua, muitas vezes sem rede de apoio próxima, e que sente o peso de estar sempre disponível.
Respostas acolhedoras, com transparência e cuidado.